Mari tinha preferência por mulheres mais velhas porque eram mais permissivas, fogosas e experientes, então convidou a Ju para um drink. Ela aceitou o convite, mas logo foi dizendo que não queria compromisso sério com mulheres, que não era lésbica e que buscava apenas sexo casual e alguma novidade.
Dona de uma risada gostosa, aceitou o cigarro que Mari colocou entre seus lábios. Beberam um pouco no mesmo copo e sedutora, Ju apelidou carinhosamente a amiga de sapinha por causa dos seus olhos grandes, úmidos e redondos. Já na primeira investida de Mari, Ju cedeu ao beijo.
Beijou gostoso e demorado, provocando a outra ao máximo com a língua e com as mãos. Sentiu calor e ruborizou, excitada.
Maliciosa, aceitou ir para o carro e não fez objeção quando teve o seio macio tocado, beijado, lambido e chupado pela garota afoita. Estava gostando e demonstrava querer mais. Ousou conferir a excitação de Mari com os dedos, arrancando-lhe gemidos e longos suspiros. Mari estava muito molhada e aqueles beijos deixavam-na louca!
"Se não convidá-la para ir para a cama posso até ofendê-la. Imagina o seu rosto de decepção se eu lhe perguntasse: quer que eu a leve para casa ou você prefere ir a minha, conhecer a minha mãe? Um absurdo! ela ficaria traumatizada, se sentiria rejeitada e lembraria de mim como uma menina tola e inexperiente que a desprezou."
Mari beliscou o seio de Ju e chamou-a de gostosa. Levou um tapinha na cara, de brincadeira. Ju gostava de sexo selvagem e deu a entender que estava pronta. Mari afastou-a para ligar o rádio.
– calma, linda... já volto para seus braços, vou colocar uma música romântica.
O rosto de Ju se iluminou com um sorriso encantador. Ela se rendeu definitivamente.
- Eu adoro essa música! você é uma sapinha maravilhosa! maravilhosa! Encheu-a de beijinhos e mordidinhas pelo pescoço. Desconcertada, Mari fez o convite:
– Amor, por que não vamos para um lugar mais sossegado, você está me deixando num estado que... - Ju achou graça e interrompeu-a com uma mordida nos lábios.
Em seguida, abaixou a cabeça, levantou a saia da amiga e com o rosto entre as pernas dela, disse:- Podemos ir... dirige aí, me leve aonde quiser!
“Safada, mordeu minha boca! que delícia... agora ela está fazendo a mesma coisa com os outros lábios... mordendo e chupando... aiii... Calma, Mari... você é uma boa motorista, você é uma... Aiiiiii...ÓTIMA motorista... puta que pariu... aiii... Virgem Santa! O quê??... ai, isso não... Ohhhhh... sim... sim... diminuo a velocidade ou acelero?? Meu Deus... ahhhhhh... que boca... que língua...”
Chegaram ao motel e Mari se esbaldou no corpo gostoso de Ju. Fez o que quis e o que fora obrigada a fazer. Nunca havia espancado ninguém antes, mas gostou de brincar de Domme...
Noite perfeita, Ju era uma mulher incrível, talvez Mari a convidasse para sair novamente no próximo final de semana, mesmo correndo o risco de levar um fora...
– Vou tentar, quem sabe? Falou com pesar, enquanto escutava Ju, urinando no banheiro do motel. Riu do barulhinho da urina.
- Que porra! Eu não posso me apaixonar por essa mulher! Mas por que o tilintar do seu xixi no vaso sanitário tem que ser tão lindo?
- O que você está falando aí, Sapinha? - gritou Ju.
- Nada, Amor... estou sonhando alto... mija logo! Já estou co saudades!
- Vem aqui! vem! - tive uma idéia.

Um comentário:
Elas estavam a 80 por hora numa avenida. E o carro era filmado.
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