A tosse initerrupta da minha funcionária sempre era mais insuportável nas sextas-feiras, porém naquela sexta em particular, além de tossir, ela não parava de me interromper, pedindo para usar o telefone da minha sala, já que um raio atingiu algumas linhas aqui do campus.
Ela falva alto e tossia bem do meu lado. A gota d´água foi ela ter tropeçado no fio que ligava o computador à tomada.
Nervosa, não conseguiu se desculpar, pois não parava de tossir. Instintivamente, peguei a tesoura do porta-trecos e com uma estocada certeira, furei-lhe a garganta. Ela parou de tossir na hora, doutor Cerveira.
O que vai acontecer agora?
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário