sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

zazazazezezezizizizozozozuzuzu
a noite é quente
o sangue é doce

- sai pra lá, Dé... muita muriçoca.
- sempre uma desculpa!
- onde vai?
- pitar.
- na volta, traz docinho de figo?

nunca mais voltou.
por causa disso, o desgosto do figo.

Mocinha estragada

Eu caso com ela
assim mesmo, estragada,
senhor.

A menina é formosa
pescoço cheiroso
corpo jeitoso
e boca gostosa

Dou casa pra ela
Dou segurança
de uma aliança
Dou até uma boneca
se ela quiser continuar
parecendo criança

Se o passado é ruim
eu finjo esquecer
quero ela pra mim
senão vou morrer, senhor.

Mocinha assanhada,
depois de casada
vai ficá presa em casa
que é pras orelhas do marido
não queimarem feito brasa,

bem entendido.

Eternamente tu

Eu morro
No teu caralho
mas teu pentelho enrolado
pra sempre
fossilizado no meu sabonete
espermanecerá