De quando "O Escritorzinho de Bosta" foi convidado para ser Patrono da I Feira do Livro Bêbado da pequena cidadezinha interiorana de Pernas de Cá.
Todos aguardavam ansiosos pelo "Bosta", que iria abrir a Feria do livro declamando um dos seus desconhecidos poemas. Preocupada com a demora, a intrépida organizadora do evento cultural foi até o hotel onde "O Bosta" estava hospedado e o encontrou nu e bêbado, desmaiado na cama ao lado de mulher esculachada.
"Minha Nossa... ela nem depilou as pernas antes de dar..."
"Intrépida" arrastou-o até o banheiro e o acordou com beijos de língua, chupadas vigorosas e masturbações no pau. Excitado, o Patrono a colocou de quatro e a penetrou violentamente, depositando em suas entranhas quase-virginais, toda sua bagagem esporro-literária.
- Ohh, que delícia, Patrono! Mas precisamos ir, meu filho! Há uma cidade toda esperando por você, Escritorzinho!
- Eu sou o Bosta! O Patrono que devora seu livrinho (ic) sua vadia int... intr...répiada! Imbecil.
- Credo, você está muito bêbado... mas vamos assim, mesmo. "Aposto como ele nem reparou que sou toda depiladinha, um pitéu"
Chegando lá, o Escritorzinho de Bosta fez o que tinha que se feito e foi aplaudido por todos.
O prefeito, comovido, deu por esgaçada, rasgada e violentada, a I Feira do Livro Bêbado da pequena cidadezinha interiorana de Pernas de Cá.
"Intrépida" tomou o microfone das mãos do prefeito, antes que "O Bosta" desmaiasse em cima do púlpito:
- Violentem os livros e se deixem violentar por eles! Boa Feira a todos!
Em seguida, ela levou "O Escritorzinho" para seu apê e eles fizeram sexo por três feiras do livro consecutivas. Nem dava tempo de depilar as pernas... "huhuhu que homem"
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