sábado, 25 de abril de 2009

História de Pinacoteca

Saiba que naquela noite seus olhos de fotografia me congelaram durante a valsa dentro do bombom. A ausência de movimento entre nós e o perturbador silêncio dos corpos ainda fazem sentido, não é? O sabor conhecido de todos os doces que nunca derreteram sobre as imagens estáticas ajudam a contar a nossa história de pinacoteca.

3 comentários:

Leonardo disse...

vernisageie e viverás. nunc-stans e certamente não.
um dia, uma rama triste, um presépio

araços

Rosele disse...

Estava vasculhando a comunidade do Bar dos Escritor no Orkut e sem querer achei um conto seu cuja personagem tem meu nome... Achei ótimo! E fiquei rindo sozinha! =D

Também tenho um blog. O foco é nas minhas poesias, mas existem outras coisitchas.
Se você puder dar uma olhada, será excelente:
http://galaxiaminha.blogspot.com

Adorei o blog e voltarei sempre!
=D

lena casas novas disse...

obrigada pelo carinho na "FALOPIOS"
viva a arte ünka. adorei os prosas.